• A conquista das ações afirmativas raciais para acesso ao nível superior, as leis de cotas, é até hoje a principal medida de reparação histórica ao povo negro brasileiro.

    Historicamente, negros têm contado com menos escolaridade, salário, acesso à saúde, menor índice de emprego, piores condições de moradia.

    O Rio de Janeiro foi o primeiro estado a implementar as cotas raciais, através da UERJ.

    Durante todos esses anos, o sistema de cotas obteve excelentes indicadores de sucesso, mesmo que ainda tenhamos muito a avançar.

  • Mas agora, o pouco que conseguimos conquistar, está sob ataque! Foi apresentado um projeto de lei (PL 470/2019) na Alerj, pelo mesmo Deputado que quebrou a placa de Marielle Franco, que visa excluir as cotas raciais do rol de ações afirmativas das universidades estaduais, através de um discurso meritocrático, racista e desonesto.

    Ignoram os indicadores de sucesso da política de cotas e o fato comprovado por inúmeras pesquisas nacionais e internacionais: a cor da pele constitui um fator social que impede igual acesso aos direitos mais básicos.

    Não permitiremos mais esse retrocesso e esse ataque à educação, que faz parte do projeto tacanho que querem construir pro país!

    Vamos pressionar os Deputados da Alerj e mostrar que somos CONTRA o fim das cotas! Assine AGORA e apoie a educação pública gratuita e de qualidade!

    Já está tendo uma grande mobilização de estudantes, professores, coletivos, instituições e movimentos sociais! Leia o manifesto completo:

  • 54%

    da população do Brasil é negra

    16%

    dos estudantes nas universidades públicas brasieiras são negros

  • Quem está no ensino superior entre 18 e 24 anos?

    Fonte: IBGE 2015

    12,8%

    da população negra

    26,5%

    da população branca

  • Antes e depois das cotas

    Fonte: PNAD 2017
    Fundação CECIERJ/Consórcio CEDERJ

    2,22%

    da população negra com diploma em 2000

    9,3%

    da população negra com diploma em 2017

    20%

    maior a média de alunos cotistas do que os não-cotistas

    11% menor

    menor o índice de evasão dos alunos cotistas do que os não cotistas

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